{"id":24666,"date":"2021-04-26T16:51:44","date_gmt":"2021-04-26T19:51:44","guid":{"rendered":"http:\/\/revistavitrineibiuna.com.br\/?p=24666"},"modified":"2021-04-26T16:59:30","modified_gmt":"2021-04-26T19:59:30","slug":"peersona-uma-historia-de-amor-com-ibiuna","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/revistavitrineibiuna.com.br\/?p=24666","title":{"rendered":"PEERSONA &#8211; UMA HIST\u00d3RIA DE AMOR COM IBI\u00daNA"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-drop-cap\"><strong>Regiani Goes \u00e9 uma ibiunense cujo amor pela cidade e suas not\u00e1veis demonstra\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas desse amor s\u00e3o inquestion\u00e1veis. Por isso, e por tudo que ela nos conta aqui, passa a fazer parte da coluna PERSONA, publicada por vitrine online exatamente para homenagear ou apresentar personalidades e biografias que fazem parte de nossas vidas. Trata-se de pessoas nascidas ou adotivas que, de alguma forma, se fazem presentes. Acompanhe a narrativa, escrita por ela mesma, e veja o quanto seu testemunho retrata a pr\u00f3pria hist\u00f3ria de Ibi\u00fana:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sou m\u00e3e, advogada, libriana, administradora da p\u00e1gina Conhecendo Ibi\u00fana. Considero-me uma mulher discreta, decidida, digamos que at\u00e9 teimosa, sonhadora, que acredita nas pessoas e nos seus potenciais, &nbsp;observadora, gosta de gente sincera e verdadeira, gosta de estar em contato com a natureza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Onde e quando nasceu e seu criou?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nasci no dia 26 em setembro de 1976, no Hospital das Cl\u00ednicas em S\u00e3o Paulo. Minha m\u00e3e me contou que naquela \u00e9poca n\u00e3o existia hospital em Ibi\u00fana, que n\u00e3o era comum uma mulher acima de 40 anos engravidar, que os m\u00e9dicos diziam ser uma gravidez de risco para ela e para o beb\u00ea. Ela chegou a ouvir dos m\u00e9dicos que seria mais seguro interromper a gesta\u00e7\u00e3o, mas ela foi firme em dizer que seguiria com a gravidez at\u00e9 o fim, mesmo que a vida dela estivesse em risco. Nasci de 8 meses e o primeiro m\u00eas de vida foi desafiador, eu n\u00e3o conseguia aceitar o leite materno e nenhum outro tipo leite. Meus pais recorreram ao farmac\u00eautico Jurandy Soares de Mello, que na ocasi\u00e3o avaliou o meu estado de sa\u00fade, receitou o leite que acabei aceitando e tudo foi caminhando bem dali pra frente.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Fale de sua fam\u00edlia<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tenho meu pai como meu melhor amigo. Minha m\u00e3e foi uma pessoa que me deu muito amor e prote\u00e7\u00e3o. Sou a \u201craspa\u201d do tacho e tenho uma irm\u00e3 e irm\u00e3o. Sou da fam\u00edlia Goes, Pinto, Vieira, Pontes, moradores dos Bairros Votarantim, Pia\u00ed, Murundu.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sou bisneta do Marcelino de Goes Pinto,&nbsp; V\u00f4 do meu pai, do qual conheci pelo livro <em>Noiva Azul<\/em> do historiador Sr. Linense [<em>Jos\u00e9 Gomes, tamb\u00e9m vai participar desta coluna em breve<\/em>]. Pelo que consta na hist\u00f3ria, meu bisav\u00f4 acreditava no progresso da cidade e resolveu abrir uma estrada que iria facilitar a sa\u00edda dos produtos da lavoura at\u00e9 a capital do estado. Essa estrada come\u00e7ou na ponte da estrada da cidade e foi at\u00e9 a Vargem Grande Paulista. Ele teve a coragem de reunir pessoas da sua fam\u00edlia, vizinhos, e outros de v\u00e1rios bairros e iniciaram a constru\u00e7\u00e3o da referida estrada em mutir\u00e3o. Meu av\u00f4 por parte de m\u00e3e, V\u00f4 Lulu (Benedito Vieira de Goes), foi um dos homens que se uniram ao engajamento do meu Bisav\u00f3. N\u00e3o se preocupou com o fato de a estrada ser constru\u00edda cortando o terreno da sua fam\u00edlia. Os cidad\u00e3os, gente simples, que com uso de enxadas, enxad\u00f5es, carro\u00e7as e com muita boa vontade, constru\u00edram uma estrada.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Como era Ibi\u00fana em sua inf\u00e2ncia e como \u00e9 hoje?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cresci brincando pelo bairro da Vila Lima, me aventurando pelo Mirante da Figueira de bicicleta (hoje d\u00e1 at\u00e9 frio na barriga em lembrar descendo a rua da Figueira de bicicleta com os meus sobrinhos e amigos),&nbsp; Capelinha&nbsp; da Avenida S\u00e3o Sebasti\u00e3o e no coreto que era montado no m\u00eas de maio pra Festa de S\u00e3o Sebasti\u00e3o. Tamb\u00e9m brinquei muito nos riachos que tinham nas casas do meu Av\u00f4 Lulu no Bairro Piai, do meu tio Z\u00e9, no Bairro do Murundu, tio Miguel do Bairro do Feital. Adorava \u201cca\u00e7ar\u201d pinh\u00e3o na Fazenda Santa Maria e Arapongas, tamb\u00e9m conhecido como Fazenda do Pontes, era comum reunir a fam\u00edlia e amigos para fazer piquenique perto da nascente que corta o terreno da fam\u00edlia. Tive casa na \u00e1rvore, casinha de madeira com fog\u00e3o a lenha (tudo feito com sobra de obra e para mim era o meu pal\u00e1cio). A minha inf\u00e2ncia foi regada com lendas folcl\u00f3ricas como Lobisomem, Buitat\u00e1, Saci-Perer\u00e9, Mula sem Cabe\u00e7a entre outras.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Onde e com quem voc\u00ea brincava?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sempre brinquei muito com os meus dois sobrinhos, filhos da minha irm\u00e3. Como eu era a \u00fanica menina, sempre estava envolvida com brincadeiras de bolinha de gude, pi\u00e3o, carrinho de rolem\u00e3, pipa, futebol. Tamb\u00e9m brinquei muito de carteiro tem carta, pega ladr\u00e3o, queimada, corda, taco, t\u00eanis (improvisado com duas tabuas pequenas), bicicleta, v\u00f4lei, de casinha na \u00e1rvore. A maioria dessas brincadeiras aconteciam na rua ao lado do Hotel Ibitur.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Onde estudou aqui em Ibi\u00fana e como foi esse per\u00edodo?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Minha primeira escola foi a Laurinda Vieira Pinto. Posso afirmar que foram os melhores anos da minha vida. &nbsp;Adorava participar das atividades oferecidas pela escola, desfile c\u00edvico, teatros, dan\u00e7a de quadrilha junina, gincanas, desfiles, competi\u00e7\u00e3o de v\u00f4lei.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma das atividades desenvolvidas na disciplina OSPB foi fundamental para escolha da minha profiss\u00e3o. Lembro como hoje quando a Dra. Margarete, na \u00e9poca nossa professora de OESPB, solicitou um trabalho onde ter\u00edamos que fazer algumas entrevistas. Eu fiquei com a miss\u00e3o de entrevistar o Juiz da cidade, lembro apenas no sobrenome \u201cTocco\u201d. Que emo\u00e7\u00e3o foi entrar na sala da Justi\u00e7a. Enquanto aguardava o Juiz chegar para entrevista, fiquei observando cada detalhe daquela sala e principalmente daquela est\u00e1tua da mulher com uma venda nos olhos, segundando uma balan\u00e7a e um punhal. Sai dali sonhando com o Direito.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ainda cursando a 8 s\u00e9rie do ensino, trabalhei na Loja Dois Toques Modas como balconista, onde aprendi muito com a L\u00facia e o M\u00e1rio sobre atendimento ao p\u00fablico e venda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Depois estudei na Escola Roque Bastos. Fiz o curso t\u00e9cnico em contabilidade e foi por interm\u00e9dio desse curso que tive a oportunidade de estagiar na Caixa Econ\u00f4mica Federal. Ap\u00f3s o t\u00e9rmino do est\u00e1gio, trabalhei alguns meses na loja de t\u00eanis do Sr. Benedito e logo depois foi convidada para trabalhar na Hortec. A Hortec de Ibi\u00fana era uma filial da grande S\u00e3o Paulo e&nbsp; pot\u00eancia do ramo agr\u00edcola. Lembro de toda equipe com muito carinho, o Marcelo, Rog\u00e9rio, Massaru Yokota, Luiz Ayres e tantos outros que me ajudaram no meu crescimento profissional. Foi nessa empresa que aprendi sobre or\u00e7amento, faturamento, recursos humanos e fiscal. Em pouco tempo eu tinha a senha do cofre e uma c\u00f3pia da chave da loja. Era maravilhoso acompanhar de perto toda evolu\u00e7\u00e3o do ramo agr\u00edcola, hidroponia e chegada de sementes especiais.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sou muito grata por todos os lugares em que tive a oportunidade de trabalhar. Em cada local foi adquirindo conhecimento e crescendo profissionalmente.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"700\" height=\"496\" src=\"http:\/\/revistavitrineibiuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Regiani-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-24672\" srcset=\"http:\/\/revistavitrineibiuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Regiani-2.jpg 700w, http:\/\/revistavitrineibiuna.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Regiani-2-300x213.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>Como foi seu curso de Direito?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Depois de casada e com um filho, j\u00e1 morando em S\u00e3o Paulo, decidi ir atr\u00e1s do meu sonho. Sim, o curso de Direito despertado num trabalho de escola da 8\u00aa s\u00e9rie. Mesmo com tanta dificuldade, o sonho gritava mais alto. Segui sem olhar para tr\u00e1s. \u00c0s vezes, no meio do caminho, eu pensava em desistir, mas gra\u00e7as a Deus sempre contei com palavras amigas que me incentivaram a seguir.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sim, tamb\u00e9m tinham palavras que n\u00e3o ajudavam, mas as positivas as superavam. No meio do curso nasceu a minha filha, mas n\u00e3o parei em nada. Ela nasceu uma semana ap\u00f3s acabar a bateria de provas e encerrar o semestre. Ap\u00f3s as f\u00e9rias de julho, retornei pra aulas em agosto. Depois de dar de mamar e fazer a minha filha dormir, corria pra faculdade. Se ela acordasse no per\u00edodo da aula, meu marido ligava para mim e eu voltava correndo.&nbsp; Meus amigos gravavam as aulas que eu eventualmente perdia e passavam c\u00f3pias das mat\u00e9rias. Em dias de prova eu estudava cantarolando a mat\u00e9ria para minha filha. Assim eu estudava e ela ficava interagindo comigo. Assim segui at\u00e9 o fim e concluir o curso de Direito na UNIP.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>O que faz atualmente?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Trabalho numa conceituada Institui\u00e7\u00e3o de Ensino Superior de S\u00e3o Paulo e sou respons\u00e1vel pelo departamento jur\u00eddico interno nacional. Foi meu primeiro emprego ap\u00f3s eu decidir retornar ao mercado de trabalho, meu filho j\u00e1 estava com dois anos e acreditava que era o momento. Comecei como atendente ao estudante, depois de oito meses passei para assistente de diretoria e, ap\u00f3s come\u00e7ar o curso de Direito, passei a trabalhar no departamento jur\u00eddico da IES.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Qual \u00e9 sua rela\u00e7\u00e3o com Ibi\u00fana na atualidade, j\u00e1 que voc\u00ea reside e trabalha em S\u00e3o Paulo?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>As minhas ra\u00edzes s\u00e3o de Ibi\u00fana e sempre fiz quest\u00e3o de falar sobre minhas origens. Cheguei at\u00e9 ter o apelido de Ibi\u00fana.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Apesar de morar em S\u00e3o Paulo, nunca deixei de ter endere\u00e7o fixo em Ibi\u00fana.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como surgiu a ideia de criar \u201cConhecendo Ibi\u00fana\u201d (p\u00e1gina na Internet)?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Quando lan\u00e7ou essa p\u00e1gina?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A ideia de criar \u201cConhecendo Ibi\u00fana\u201d nasceu no dia 15 de janeiro de 2017. Eu estava conhecendo o Haras Passargada quando fui presenteada com um exemplar do Mapa Tur\u00edstico da cidade da Editora Achei.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Abri o mapa e vi que havia v\u00e1rios pontos tur\u00edsticos que eu ainda n\u00e3o conhecia, ent\u00e3o tive a ideia de criar um \u201cdesafio\u201d para mim mesma, conhecer todos os pontos tur\u00edsticos e divulgar nas redes sociais.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A p\u00e1gina \u201cConhecendo Ibi\u00fana\u201d tamb\u00e9m me fez chegar at\u00e9 o curso de Turismo Rural do Sindicato Rural de Ibi\u00fana e Senar. Conheci muitos projetos, lugares e pessoas por interm\u00e9dio do Toninho do Sindicato Rural e do Prof. Gumercindo do Senar.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A vontade de conhecer Ibi\u00fana n\u00e3o parou nos pontos tur\u00edsticos que est\u00e3o no Mapa, eu queria mais, queria redescobrir minha cidade, relembrar das suas hist\u00f3rias, culturas, artes, valorizar e dar visibilidade aos servi\u00e7os e produtos locais. Com isso tudo, potencializar uma fala positiva das nossas riquezas em todo seu sentido.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por isso, sempre finalizo as postagens com as express\u00f5es #\u00c9DEIBI\u00daNA #ORGULHO.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Por que preferiu manter o anonimato da autoria dessa p\u00e1gina?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Porque a minha ideia era dar destaque para a cidade. O anonimato gerou v\u00e1rias especula\u00e7\u00f5es at\u00e9 engra\u00e7adas. At\u00e9 que chegou uma hora que n\u00e3o dava mais pra se manter no anonimato. Ap\u00f3s ser convidada pelo Sandro, secret\u00e1rio de Turismo da \u00e9poca, para falar sobre a p\u00e1gina no F\u00f3rum de Turismo da Cidade, o anonimato deixou de existir. Para ser bem precisa, lembro com carinho quando o jornalista Carlos Rossini publicou a mat\u00e9ria na Revista Vitrine &#8211; http:\/\/revistavitrineibiuna.com.br\/?p=16363 com o seguinte t\u00edtulo \u201cREGIANI GOES SAI DO ANONIMATO E CONTA COMO NASCEU \u2018CONHECENDO IBI\u00daNA\u2019\u201d.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Foi ali que percebi que n\u00e3o era mais poss\u00edvel manter o anonimato. Sair do anonimato tamb\u00e9m acabou gerando mais credibilidade e algumas lendas foram caindo por terra.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Qual sua rela\u00e7\u00e3o com a Feira da Capelinha?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tenho o maior carinho pela Feira da Capelinha. Eu vi e acompanhei como ela nasceu e desenvolveu. Sou uma colaboradora volunt\u00e1ria e apoio a Comiss\u00e3o Organizadora da Feira da Capelinha com elabora\u00e7\u00e3o dos of\u00edcios, pedido de divulga\u00e7\u00e3o junto \u00e0 imprensa da cidade e apoios em geral, divulgo nas redes sociais. &nbsp;Aproveito o momento para agradecer o jornalista Carlos Rossini que sempre apoiou e divulgou a Feira da Capelinha.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Fale um pouco de seu trabalho visando promover o turismo, a cultura e apoiar os empreendedores ibiunenses, incluindo artes\u00f5es, etc. Tem algum sonho em rela\u00e7\u00e3o a Ibi\u00fana ou em sua vida?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sempre fiz quest\u00e3o de valorizar o com\u00e9rcio local e tamb\u00e9m sempre recomendei minha cidade para os meus amigos de S\u00e3o Paulo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O meu desejo \u00e9 quebrar aquele jarg\u00e3o de que Ibi\u00fana nada vai pra frente. Nunca gostei dessa frase.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Acredito que o objetivo de \u201cConhecendo Ibi\u00fana\u201d est\u00e1 sendo alcan\u00e7ado. A sementinha do orgulho de ser e estar em Ibi\u00fana est\u00e1 crescendo, isso \u00e9 poss\u00edvel observar nas redes sociais o crescimento de p\u00e1ginas com o mesmo prop\u00f3sito, dar destaque e valorizar os locais, servi\u00e7os e comercio local.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u2018Conhecendo Ibi\u00fana\u2019 me permitiu acessar pessoas e projetos incr\u00edveis.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fiquei muito orgulhosa com esse reconhecimento.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como eu disse outro dia, quero conhecer\/reconhecer nossa Ibi\u00fana na sua integralidade, quero explorar sua geografia, sua hist\u00f3ria, sua cultura,&nbsp; suas lendas, sua arte, enfim,&nbsp; tudo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quero poder despertar o orgulho de ser ibiunense naquelas pessoas que t\u00eam esse sentimento adormecido dentro si.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Foi um presente de Deus para mim a ideia de criar essa p\u00e1gina para dividir com voc\u00eas as minhas hist\u00f3rias em Ibi\u00fana. Amo Ibi\u00fana!<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Regiani Goes \u00e9 uma ibiunense cujo amor pela cidade e suas not\u00e1veis demonstra\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas desse amor s\u00e3o inquestion\u00e1veis. 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