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CENTENAS DE PESSOAS CORREM PERIGO PARA CHEGAR AO CENTRO DE IBIÚNA PELA ESTRADA DA CACHOEIRA

perigo na pista

“UMA VERGONHA, diz mulher sobre a sujeira e a falta de segurança para chegar ao centro de Ibiúna a pé”. Este é o título de matéria publicada pela vitrine online no dia 25 de maio de 2015. Ela se referia a uma valeta sinuosa e irregular, por onde escorrem as águas da chuva, que margeia o trecho inicial, em curva, da Estrada da Cachoeira. Nessa via, a partir de fevereiro daquele ano muitas famílias começaram a se mudar para o Condomínio Residencial Ibiúna [nome oficial dado a um conjunto de 472 do Programa “Minha Casa, Minha Vida”]. Atualmente, a população do condomínio ultrapassa a 2.000 pessoas que se utilizam diariamente da estrada para ir ou voltar da área urbana de Ibiúna.

Ontem, dia 18 de fevereiro de 2016, o mesmo substantivo [“vergonha”], que significa, entre outros aspectos “indignidade” [desumanidade], foi mais uma vez lembrado. Em suma: tantos os moradores do residencial quanto os demais moradores do bairro da Cachoeira, que obrigatoriamente utilizam a estrada, estão sentindo uma falta de respeito por parte das autoridades municipais.

No dia 27 de maio de 2015, dois dias após a publicação da notícia, vitrine online publicou nova notícia, intitulada  “Prefeitura inicia obras da calçada da Estrada da Cachoeira” e houve uma comemoração de alegria na redação da revista. Um trator da prefeitura foi deslocado para o local e começou a desbastar o barranco, aparentemente preparando o terreno para a construção da calçada.

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No dia 15 de julho do mesmo ano, mais uma notícia otimista: “Obras da calçada devem ser iniciadas em agosto”, baseada em uma nota recebida da Assessoria de Imprensa da Prefeitura com essa informação. Pouco antes, o repórter de vitrine online foi até a Garagem [lugar onde fica o depósito dos materiais utilizados nas obras municipais] e ouvia a boa notícia de que o prefeito Fábio Bello havia aprovado a obra e que a secretária de Obras, Priscila Rossi Ferrer, iria pessoalmente inspecionar a área.

Mas, em 3 de setembro de 2015, uma nova matéria com o título “Prefeitura não iniciou obras de calçada na Estrada da Cachoeira em agosto, como havia prometido” era publicada. De lá para cá reinou o mais absoluto silêncio.

Passado um tempo, o editor entrou em contato telefônico com o então secretário de Governo, Rafael de Cassia Cerqueira [atualmente secretário de Cultura e Turismo]. Ele nos informou que obra não foi iniciada porque exatamente ao longo da valeta que margeia a estrada iria ser implantada a rede de água da Sabesp que abastecerá o bairro.

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No entanto, há mais de dois meses, a Sabesp já aterrou os tubos plásticos e a área está livre, então, para receber esse benefício que tanto servirá para garantir uma acessibilidade ao bairro como para melhorar a segurança dos transeuntes [inclui mulheres e homens idosos, mães com carrinhos com seus bebês, às vezes duas ao mesmo tempo, adolescentes, grupos de pessoas, cadeirantes, trabalhadores] pois, literalmente, as pessoas ou caminham pela valeta [já houve muitas quedas, sobretudo nos dias chuvosos] ou na pista de rolamento por onde transitam carretas, ônibus, automóveis, motos em grande quantidade. Talvez uma mão invisível e milagrosa esteja operando por ali, já que não se ouviu dizer ainda de acidentes graves.

Ontem (18), dia do aniversário do prefeito Fábio Bello, o editor de vitrine online se encontrou por acaso com o secretário Rafael de Cassia Cerqueira, que estava com muita pressa empenhado na festa do aniversariante, mas houve tempo suficiente para que ele afirmasse que iria tomar a frente desse assunto, renovando a esperança de que, enfim, a obra pode sair. Vamos conferir e acompanhar.

QUEDA E FERIMENTO

Há cerca de oito dias, Maria Lídia Oliveira da Silva Maciel, 56, moradora no Residencial Condomínio Ibiúna escorregou na valeta e sofreu um ferimento na barriga. Ontem exibiu o buraco da ferida que demora a cicatrizar porque ela tem diabetes. Ela diz que as quedas ali são muito frequentes, sobretudo quando a valeta que é irregular está molhada da chuva. “O perigo é constante”. Acompanhada da filha, Lucineide da Silva Soares de Santos, 39, que carrega um filho no carrinho de bebê, disse que eles quase foram atropelados.

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