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DIRETORA DO HOSPITAL DE IBIÚNA É DEMITIDA; FUNCIONÁRIOS SENTEM “ALÍVIO”

A diretora do Hospital Municipal de Ibiúna, Tiele Lopes, pessoa de confiança do prefeito João Mello, foi demitida hoje (3). Esse fato foi recebido com “alívio” por parte dos profissionais que atuam ali, já que, de acordo diversas manifestações discretas, ela agia de modo autoritário e opressivo, segundo informações recebidas por vitrine online.

De acordo com fontes ouvidas pela revista, o prefeito demorou demasiadamente para tomar essa decisão, pois desde que o atual secretário da Saúde, o enfermeiro Samuel Rodrigues da Silva, assumiu o cargo, em agosto de 2018, os atritos entre ambos vinham se repetindo.

O atual secretário tem um estilo mais calmo e humanista para lidar tanto com os profissionais da saúde quanto com usuários do serviços hospitalares.

Diversas vezes, em situações particularmente desconfortáveis, se estabeleceu a possibilidade de o prefeito ter que decidir entre um e outro, já que a diretora se comportava, de acordo com funcionários do hospital, para manter o controle absoluto das atividades.

“De algum modo – informou uma funcionária – a forma autoritária dela repercutiu causando um mal-estar generalizado em todo o hospital.”

Talvez na próxima quinta-feira, o chefe do Executivo ibiunense anuncie o nome da nova direção, havendo pelo menos dois nomes em cogitação para substituir Tiele Lopes.

DESAFIOS CONTINUAM

Recentemente, o Pronto Socorro Infantil foi reaberto onde já vinha funcionando. Esse talvez tenha sido o maior equívoco do prefeito, uma vez que o atendimento das crianças passou a ser feito junto ao Pronto Socorro Adulto, numa mistura de adultos e crianças o que provocou inúmeras reclamações de pais. Muitas vezes o atendimento vinha sendo feito por médicos clínicos sem especialização em pediatria.

A população reagiu com notável perplexidade, sobretudo por ser o prefeito médico pediatra.

Por ter sofrido um corte de pessoal de cerca de 30%, o atendimento que contava com 3 médicos por plantão, mais um ortopedista e um anestesista, passou a contar com apenas dois plantonista do PSA.

Como frequentemente é necessário transferir pacientes graves para os hospitais de Sorocaba, quando um médico segue na ambulância com o paciente, resta somente um médico para fazer os atendimentos. Como o hospital atende cerca de 400 pacientes por dia é aritmeticamente improvável que apenas um médico dê conta das necessidades reais. Em razão disso, em média um paciente adulto tem de esperar entre 1h40 e 2 horas por um atendimento. (C.R.)

 

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