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VOLTA ÀS AULAS É MOTIVO DE ALEGRIA E DE INOVAÇÃO

A volta às aulas é motivo de alegria e contentamento de reencontrar os colegas, contar as novidades sobre as férias, voltar às brincadeiras e de continuar a aprender novos conhecimentos, aguçar curiosidades despertadas pelo ensino.

Mas é importante igualmente que professores e alunos pensem e pratiquem novas formas de relacionamentos que promovam o bem-estar de todos, confiança e respeito mútuo, dentro e fora das salas de aula, durante os intervalos.

Uma das maneiras de espantar a mesmice, a repetição de hábitos e aprimorar as relações exigem a introdução de modalidades positivas, sempre que possível, pois isto produz um ambiente favorável ao próprio processo de aprendizagem.

Há um ensinamento muito apropriado para esta ocasião em forma de aforismo: toda vez que o professor fala provoca invariavelmente nas mentes dos alunos três reações: o aluno fica sabendo alguma coisa, sente e age conforme apreendeu as mensagens por meio dos seus sentidos, sobretudo visão e audição.

Aí entram em cena, ou deveriam entrar, a tonalidade com que se fala e a forma como as coisas são ditas, neste caso estamos nos referindo a diversas tonalidades como as coisas são ditas.

Há palavras que distanciam ou causam aborrecimentos nos alunos, assim como gestos correspondentes. Palavras que evocam alguma forma de negatividade podem causar impactos imprevisíveis na emoção dos alunos.

Existe uma família semântica extremamente favoráveis à boa convivência entre professores e alunos. Vamos citar algumas: otimismo, prático, amistoso, objetivo, simples, afetuoso, convidativo, amável, interessante, amor, compreensão, informativo, positivo, confiante, gentileza, flexível, diplomático, simpático, afirmativo, entre tantas outras.

Todas elas são contributivas para a criação de um novo ambiente escolar, se praticadas com habilidade e na hora certa.

O professor é uma criatura mágica na cabeça dos alunos, cumpre papel de autoridade no âmbito do conhecimento. Cada aluno, e nem podia ser diferente, vê o professor como uma representação viva de um modelo a seguir.

A forma como o professor se veste, como se movimenta e gesticula e fala são referências marcantes na percepção do aluno e definidoras por excelência de comportamento.

A propósito, o epistimólogo e psicólogo suíço Jean Piaget, tão conhecido dos estudantes de pedagogia, nos dá uma contribuição digna de reflexão mais profunda:

“A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores [de um novo mundo], inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a eles se propõe.”

Todos desejamos um mundo melhor e esse novo mundo é construído a partir da educação que é uma forma sublime de amor ao próximo. (Carlos Rossini é editor de vitrine online)

 

 

 

 

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