DIA DOS NAMORADOS – ALÉM DOS MIMOS, O AMOR É O MELHOR PRESENTE

O Dia dos Namorados é dia de dar presentes, bombons, cartões com lindas mensagens, mas o melhor presente, perguntem aos apaixonados, é o amor.

No Brasil, esta data é comemorada em 12 de junho, que neste mês cai nesta segunda-feira. Em outros países, como nos Estados Unidos a comemoração acontece em 14 de fevereiro, Dia de São Valentim, Valentine’s Day, em inglês.

A comemoração da data no Brasil teve como idealizador o empresário João Dória, pai do ex-governador paulista, que em 1949 criou uma campanha publicitária sugerindo que o dia 12 de junho como uma data para demonstrar amor ao parceiro por meio de presentes. O slogan da campanha era: “Não é só com beijos que se prova o amor”.

SÃO VALENTIM

A comemoração desta data remonta ao Império Romano. Um bispo da Igreja Católica, São Valentim, foi proibido de realizar casamentos pelo imperador romano Cláudio II.

O motivo da proibição era que o imperador queria formar um grande e poderoso exército e acreditava que os jovens que não tivessem família ou esposa, iam se alistar com maior facilidade.

O bispo, no entanto, desrespeitou a ordem imperial e continuou com as celebrações de matrimônio, de modo secreto.  Mas, foi preso pelos soldados e condenado à morte.

Conta a história que, quando São Valentim estava na prisão, recebeu vários bilhetes e cartões, de jovens apaixonados, valorizando o amor, a paixão e o casamento. O bispo Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro do ano 270. 

AMOR É CEGO?

Havia, entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo, uma jovem cega, Artérias, filha do carcereiro. Artérias teve a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram se apaixonando e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a moça com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada.

Carlos Rossini

Carlos Rossini é jornalista, sociólogo, escritor e professor universitário, tendo sido professor de jornalismo por vinte anos. Trabalhou em veículos de comunicação nas funções de repórter, redator, editor, articulista e colaborador, como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Diário Popular, entre outros. Ao transferir a revista vitrine, versão imprensa, de São Paulo para Ibiúna há alguns anos, iniciou uma nova experiência profissional, dedicando-se ao jornalismo regional, depois de cumprir uma trajetória bem-sucedida na grande imprensa brasileira. Seu primeiro livro A Coragem de Comunicar foi lançado na Bienal do Livro em São Paulo no ano 2000, pela editora Madras.

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