CRONISTA DA CIDADE – O PRESENTE É O TEMPO DOS NAMORADOS
Nesta sexta-feira (12) se comemorou o Dia dos Namorados.
Namorar significa originalmente “estar em amor”.
Amor é um sentimento profundo de afeição.
Afeição é “aquilo” que nos move em direção a alguém, e pode se traduzir na forma do enamoramento, que é atração intensa por outra pessoa.
O amor, como tudo na vida, só existe no presente e flui no tempo que passa inexorável, e deixa para trás as marcas do tempo vivido como os navios deixam os rastros de espumas atrás de si.
O amor é uma viagem que chegará ao seu destino um dia, como tudo que começa ou nasce. É uma lei irrevogável da natureza.
Por isso, exatamente por isso, o melhor do amor é o presente que se vive junto com troca de afetos, carinhos e prazeres sexuais.
O amor é o sentimento que mais nos torna humanos em nossa breve existência.
O amor essencial tem o poder de dar sentido à vida, à vontade de gerar, criar, inventar e, especialmente, de nos fortalecer para vencer os desafios de existir num mundo em que nos vemos lançados sem sabermos por quê.
Dificilmente uma pessoa explicará porque ama Maria e não Isabel ou Pedro e não Antônio. A química do amor é inexplicável racionalmente.
É uma química que une os elementos e provoca reações recíprocas de permanecerem na jornada da vida.
O amor, como se vê na história da humanidade, ultrapassa os limites dos preconceitos. Cria Romeus e Julietas, Joões e Marias, porque se origina muito além do mundo dos fenômenos. Faz parte dos prodigiosos segredos dos viventes.
Feliz Dia dos Namorados!
CRONISTA DA CIDADE

Carlos Rossini é diretor da TVUNA e editor de vitrine online
