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ELEIÇÕES 2016 – NESTA 4ªFEIRA, VOCÊ VAI SABER NA PRÁTICA A DIFERENÇA ENTRE DISCUSSÃO E DIÁLOGO NA TV IBIÚNA

luz

É muito simples. Na Antiguidade, havia um objeto de combate chamado discus, tinha uma forma circular com pontas afiadas [como aqueles que os ninjas usam nos filmes] e podiam levar à morte o adversário dependendo da parte do corpo atingida. Daí, a palavra discussão, até hoje, tem essa imagem de algo desagradável e não é para menos, pelo que significou no passado.

Diálogo resulta da junção de di(a) = luz, e logos = palavra. Portanto, diálogo é a palavra capaz de trazer a luz [compreensão, entendimento] nas conversas entre duas ou mais pessoas. Diálogos, assim, significa palavras [ideias, pensamentos] que nos trazem conhecimento e a possibilidade de uma relação civilizada, respeitosa, inteligente.

Foi exatamente com essa concepção em mente que tomamos a iniciativa de lançar a série de programas “Diálogos – que futuro queremos para Ibiúna”, deliberadamente com o propósito de contribuir – por meio de um continuado processo dialógico entre diversos convidados – para que cada munícipe vote da maneira mais livre e consciente possível nas eleições do dia 2 de outubro, ou seja, daqui a nove meses.

O programa “Diálogos – que futuro queremos para Ibiúna?” irá ao ar todas às quartas-feiras, a partir das 19 horas, ao vivo, pela TV Ibiúna [www.tvibiúna.com.br], com apresentação do jornalista e idealizador do programa, Carlos Rossini, editor de vitrine online e colaborador da TV Ibiúna. Terá a participação de ibiunenses convidados e dos internautas através do chat da emissora.

[O primeiro programa vai ao ar nesta quarta-feira, dia 20. Você não pode perder.]

Na biologia humana, nove meses é o tempo necessário para que haja fecundação, gestação e nascimento de uma nova vida, tomando aqui essa verdade como representação de um sonho há muito acalentado. Desejamos que o povo ibiunense, nesse período, seja fertilizado por uma ideia simples, mas importantíssima e inadiável: não venda seu voto por dinheiro ou por  uma cesta básica, remédio, transporte, material de construção. Ou dito de outra forma: não vote em candidato que queira, por uma dessas formas, obter seu voto, pois, dessa assim, estará contribuindo para que se perpetue esse hábito que faz da política um emblema da corrupção e das trapaças.

Sabemos, pela força do hábito, – tanto dos políticos tradicionais quanto de eleitores idem – que esse fenômeno ocorrerá, mas que seja infinitamente menor do que tem sido, mesmo por que, depois de eleitos, os políticos [há exceções] vão para os seus nichos de poder – no Executivo e no Legislativo – e engatam uma rotina que os distanciam fisicamente dos eleitores, para a decepção destes, haja vista as queixas que apresentam no Facebook frequentemente. (C.R.)

 

 

 

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