ASSALTANTES INVADEM CRECHE EM IBIÚNA E ROUBAM TODA A MERENDA ESCOLAR, BOTIJÕES DE GÁS E UM DVD

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A creche localizada na Estrada da Cachoeira, no bairro do mesmo nome, num lugar ermo, foi assaltada nesta madrugada. Os ladrões (ou ladrão) levaram toda a merenda destinada a cerca de 50 crianças, dois botijões de gás e um aparelho DVD. A população da localidade estava perplexa na manhã de hoje (1º), quando souberam do fato. Os pais de bebês e crianças mostravam-se preocupados e com medo, embora o prédio estivesse vazio na hora do crime.

A creche, denominada E.M. “Benedito Nunes de Oliveira” em homenagem  a um antigo morador conhecido no bairro como Ico, não funcionou hoje. Os funcionários aproveitaram para fazer uma limpeza geral. Por volta do meio-dia pequenos colchões, brinquedos e cadeirinhas eram vistos do lado de fora tomando sol.

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Nesta sexta-feira (2), segundo vitrine online apurou, a creche volta a funcionar normalmente e pelo menos um botijão de gás já havia sido instalado num cercado no lado externo do prédio. Ainda de manhã, os funcionários aguardavam a presença de policiais militares, que chegaram logo em seguida.

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SEGURANÇA

Em pesquisa a que teve acesso ontem, o repórter de vitrine online verificou que entre as três maiores preocupação dos ibiunenses, depois do serviços de saúde públicos e falta de emprego, figura a segurança.

Nessa mesma estrada, na sexta-feira passada, pela segunda vez, em pouco mais de um mês, ladrões haviam levado 250 metros lineares de cabos telefônicos, motivo pelo qual os moradores no bairro da Cachoeira ficaram quatro dias sem poder usar os telefones, que ficaram mudos.

Esses cabos, instalados no penúltimo roubo, quando foram levados cerca de 1.500 metros de extensão, já eram feitos dentro do padrão antirroubo, pois são produzidos com cabo de aço e menor quantidade de cobre, o que reduz seu valor no comércio de receptação. É possível imaginar que não soubessem desse fato, divulgado pela revista na ocasião.

Carlos Rossini

Carlos Rossini é jornalista, sociólogo, escritor e professor universitário, tendo sido professor de jornalismo por vinte anos. Trabalhou em veículos de comunicação nas funções de repórter, redator, editor, articulista e colaborador, como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Diário Popular, entre outros. Ao transferir a revista vitrine, versão imprensa, de São Paulo para Ibiúna há alguns anos, iniciou uma nova experiência profissional, dedicando-se ao jornalismo regional, depois de cumprir uma trajetória bem-sucedida na grande imprensa brasileira. Seu primeiro livro A Coragem de Comunicar foi lançado na Bienal do Livro em São Paulo no ano 2000, pela editora Madras.

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