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NA AVENIDA PAULISTA – CONJUNTO NACIONAL HOMENAGEIA CERVANTES COM ESCULTURA FEITA DE LIXO

Em homenagem aos quatrocentos anos da morte do genial escritor Miguel de Cervantes, autor de Dom Quixote de La Manha, exibe uma escultura totalmente feita de lixo. Ver essa obra criada por um cenógrafo e produzida por integrantes de uma cooperativa de coleta seletiva e, especialmente, ler o livro, considerado o primeiro romance moderno, um entre os mais importantes de toda a literatura, é um programa e tanto para toda a família.

Ali, na galeria principal do Conjunto Nacional [Avenida Paulista, 2.073], se veem Dom Quixote, Sancho Pança, seu fiel escudeiro e Rocinante, que partem por uma aventura que mistura fantasia com realidade e que ficou famosa no mundo todo.

Para produzir as figuras, foram utilizados 150 quilos de plásticos e sucata, 2.000 latinhas de Coca-Cola, 4.000 tampinhas de cerveja, 120 câmaras de bicicleta, 2.000 lacres de latinhas, 10 quilos de retalhos de pano, 30 quilos de papel. Dois pedaços de ferro de passar roupa fazem as orelhas do Rocinante, um cavalo magro e desajeitado. Dom Quixote que está em sua garupa foi todo feito de latinhas de Coca-Cola.

APRESENTAÇÃO

No painel de apresentação da mostra, lê-se a razão por que a obra foi criada.

“Há 24 anos, o Condomínio Conjunto Nacional é exemplo de coleta seletiva em edifícios e vai além de transformar lixo em arte: transforma também as pessoas através da arte.

Essa escultura, criada pelo cenógrafo Silvio Galvão e produzida pela Cooperaacs – Cooperativa Social de Trabalho e Produção de Arte Alternativa e Coleta Seletiva, sob orientação do mestre artesão Sandro Rodrigues, depois de ficar exposta em 2005 na Galeria Principal do Conjunto Nacional, em homenagem aos 400 anos da obra ‘Dom Quixote”, de Cervantes, foi exposta em vários outros locais nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Hoje, 11 anos depois, ela está de volta ao Conjunto Nacional para comemorar os 400 anos da morte magistral autor Miguel de Cervantes.”

RESUMO

Um fidalgo espanhol que adorava ler histórias de cavalaria passa a acreditar nos feitos heroicos dos cavaleiros medievais e decide se tornar também, um cavaleiro andante. Para isso pega uma armadura enferrujada que foi de seu bisavô, confecciona uma viseira de papelão e se dá o nome Dom Quixote de La Mancha, pois vivia na região espanhola chamada De La Mancha, como todo cavaleiro, ele precisa de uma dama a quem honrar, então elege uma lavradora que só conhece de vista e a chama de Dulcinéia Depois de tomar essas providências monta em seu cavalo muito magro chamado Rocinante e foge de casa onde mora com uma sobrinha e uma ama, em busca de aventuras, acompanhado do seu fiel escudeiro, Sancho Pança.

Esse resumo, que tomamos emprestado, diz respeito ao pilar da literatura espanhola de todos os tempos: Miguel de Cervantes. Dom Quixote de La Mancha é uma história genial.

 

 

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