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TRISTEZA – JOVEM IBIUNENSE É MORTO DURANTE LATROCÍNIO EM SÃO PAULO

O jovem ibiunense Gustavo Henrique Duque Castilho de Moraes, 22, que estudava arquitetura na Universidade São Judas Tadeu, entregou seu TCC esta semana. Nesta quarta-feira (20) à noite foi morto com um tiro na nunca no bairro do Jaguaré, em São Paulo, num latrocínio cometido por dois indivíduos que estavam numa moto.

Ambos – um rapaz de 19 anos e outro de 17 – foram presos por policiais militares na avenida Politécnica, logo após colidirem a moto.

Gustavo estava no banco do passageiro, ao lado de um amigo que dirigia um Nissan branco estudante também de nome Gustavo [ambos se dirigiam a um supermercado], foi levado a um pronto-socorro e transferido, em estado gravíssimo, ao Hospital das Clínicas. Na tarde desta quinta-feira (21), os médicos atestaram sua morte cerebral.

Seu corpo será velado em Ibiúna e no momento em que redigiamos esta notícia [22 horas], seus familiares estavam cuidando da liberação do corpo. Ainda de acordo com seus familiares, o velório terá início após às 8 horas da manhã desta sexta-feira (22) e o sepultamento está previsto para as 16h00.

PRESOS E RECONHECIDOS

Ao serem informados sobre a ocorrência, policiais militares, tendo sido informados sobre a aparência dos suspeitos e características da moto, uma Honda NXR150 vermelha, saíram em perseguição. Ao encontrá-los, determinaram que parassem, mas, em vez disso, tentaram fugir. Bateram em um semáforo na avenida Politécnica, sendo lançados da moto e se feriram. Um deles foi levado ao Hospital Universitário da USP [fica próximo ao local], o menor ao Pronto Socorro Bandeirantes, no Butantã, localizado ao lado da Rodovia Raposo Tavares.

A polícia encontrou uma arma com o adolescente, que ocupava a garupa da moto. No 93º Distrito Policial do Ceagesp os dois foram reconhecidos tanto pelo amigo de Gustavo quanto por um homem que havia acabado de ser roubado pelos mesmos assaltantes. Os dois já tinham passagem na polícia.

TRISTEZA

Tanto os familiares como os amigos de Gustavo, que também era músico e muito querido, ficaram abalados com a notícia. Por estudar em São Paulo, ele estava morando no bairro do Tatuapé.

Gustavo era filho de Antônio Carlos de Moraes, ex-vereador em Ibiúna, e de Sandra Duque Castilho de Moraes, primo do advogado Rodrigo Moraes.

 

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