BOA NOTÍCIA – PELA PRIMEIRA VEZ DESDE FEVEREIRO NÃO HÁ PESSOAS INTERNADAS POR COVID-19 NO HOSPITAL DE IBIÚNA

Pela primeira vez, desde 22 de fevereiro deste ano, Ibiúna não registrou pessoas internadas por Covid-19, no Hospital Municipal – HMI.

O momento, considerado marcante e histórico, aconteceu nessa sexta-feira (30) e se dá, principalmente, pelo avanço da vacinação no município, o trabalho das equipes da Secretaria de Saúde e pelas medidas adotadas no município para combater a pandemia.

De acordo com os números do Hospital Municipal, no momento mais crítico da pandemia, no dia 28 de maio, o município registrou mais de 40 pessoas internadas na ala Covid-19, recorde para um dia, desde o início da pandemia.

Por meio de nota, a Prefeitura informa que, desde que assumiu o cargo, “o prefeito Paulinho Sasaki realizou melhorias no Hospital: aumentou o número de leitos clínicos e de UTI, instalou novo aparelho de raio-x digital, reativou a usina de oxigênio, que estava há mais de 2 anos sem funcionar, instalou 16 aparelhos de ar-condicionado nos quartos, contratou mais profissionais para a Saúde Municipal, além de cinco ventiladores, cinco bombas de infusão e três monitores”.

A nota da municipalidade adverte, no entanto que, “apesar da boa notícia e da queda no número de casos e óbitos e internações zeradas, a pandemia não acabou e os cuidados devem continuar, respeitando o decreto municipal”.

Carlos Rossini

Carlos Rossini é jornalista, sociólogo, escritor e professor universitário, tendo sido professor de jornalismo por vinte anos. Trabalhou em veículos de comunicação nas funções de repórter, redator, editor, articulista e colaborador, como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Diário Popular, entre outros. Ao transferir a revista vitrine, versão imprensa, de São Paulo para Ibiúna há alguns anos, iniciou uma nova experiência profissional, dedicando-se ao jornalismo regional, depois de cumprir uma trajetória bem-sucedida na grande imprensa brasileira. Seu primeiro livro A Coragem de Comunicar foi lançado na Bienal do Livro em São Paulo no ano 2000, pela editora Madras.

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