IBIÚNA REGISTRA 206 CASOS DA COVID-19 DESDE JANEIRO; VACINEM-SE

De janeiro até hoje (13), Ibiúna registrou 206 casos positivos da covid-19, felizmente nenhum com forte gravidade, graças à vacinação que vem sendo aplicada na população.

Ibiúna, por meio da equipe da Vigilância Epidemiológica (foto), dirigida por Ana Carolina do Nascimento, já está aplicando a vacina bivalente, que protege as pessoas tanto em relação à cepa original do vírus quanto às variantes da ômicron.

Em sua página na Internet, o dr. Drauzio Varella explica: “

“É Importante salientar que as vacinas anteriores, chamadas de monovalentes, feitas com a cepa original do vírus, embora protejam menos contra a ômicron, ainda ajudam a reduzir o risco de morte e de desenvolver doença grave (por isso, inclusive, continuam sendo indicadas para o esquema vacinal primário de duas doses).

Daí a importância tanto de completar as primeiras doses, que salvaram milhares de vidas, quanto, depois de quatro meses, receber a dose da vacina bivalente.

A imunidade das vacinas, como acontece com as gripes, diminui com o passar dos meses. Por isso, é preciso prosseguir o esquema de vacinação.

VACINAÇÃO EM IBIÚNA

A diretora da Vigilância Epidemiológica informa que as pessoas que já completaram as vacinações monovalentes, com intervalo de 4 meses, poderão tomar a vacina bivalente nas seguintes condições:

Pessoas maiores de 60 anos, quilombolas, instituições de longa permanência, imunossuprimidos, comunidade indígenas, ribeirinhas.

A vacina está sendo aplicada no Posto Central, na avenida São Sebastião, das 8 às 15 horas. Nos postos de saúde rural, a vacinação está sendo feita de acordo com a demanda e com agendamento.

As pessoas precisam apresentar o cartão do SUS e a carteira de vacinação.

Os outros imunizantes contra a covid-19 também estão sendo ministrados, “pois temos a primeira, segunda e a terceira doses”, esclarece Ana Carolina.

Carlos Rossini

Carlos Rossini é jornalista, sociólogo, escritor e professor universitário, tendo sido professor de jornalismo por vinte anos. Trabalhou em veículos de comunicação nas funções de repórter, redator, editor, articulista e colaborador, como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Diário Popular, entre outros. Ao transferir a revista vitrine, versão imprensa, de São Paulo para Ibiúna há alguns anos, iniciou uma nova experiência profissional, dedicando-se ao jornalismo regional, depois de cumprir uma trajetória bem-sucedida na grande imprensa brasileira. Seu primeiro livro A Coragem de Comunicar foi lançado na Bienal do Livro em São Paulo no ano 2000, pela editora Madras.

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