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RECURSOS COMEÇAM A ENTRAR NO SEGUNDO SEMESTRE; PREFEITURA ANUNCIA REALIZAÇÃO DE DEZENAS DE OBRAS

O governo Eduardo Anselmo inicia o segundo semestre deste ano motivado com as melhores expectativas em relação tanto aos recursos federais e estaduais que, finalmente, começam a entrar, quanto às obras que foram projetadas e que a partir de agora poderão ser executadas.

O volume global a ser investido no município de Ibiúna até o próximo ano deverá ultrapassar o montante de R$ 37 milhões, abrangendo obras de infraestrutura, saúde, habitação, esportes, saneamento básico, turismo, geração de rendas, meio ambiente, desenvolvimento social, educação, urbanismo.

Otimista e contente com a nova perspectiva aberta que deverá mudar notavelmente o panorama físico do município em diversas áreas, Eduardo  Anselmo espera que a população compreenda a forma gradativa que caracteriza cada um dos projetos, com suas finalidades específicas, liberação efetiva dos recursos, início e prazos executivos. Mas garantiu que ao longo do segundo semestre e no próximo ano os munícipes vão perceber e usufruir os benefícios de todos os investimentos previstos. Ibiúna deverá ganhar uma nova face com as novas obras, muitas delas inéditas.

Para chegar a essa condição positiva, Eduardo Anselmo teve, junto com sua equipe, de destrinçar um emaranhado de diversos problemas herdados na área contábil, com os convênios e perda de recursos, para recuperar a Certidão Negativa de Débito – CND, sem o que o ingresso de aportes financeiros ficam congelados, e se sujeitar às flutuações de natureza jurídico-política.

Elevador

Em breve, o Paço Municipal será dotado de um elevador, que garantirá a acessibilidade dos portadores de limitações físicas ao andar superior, onde se encontram o gabinete do prefeito, secretarias, setor de licitações e compras, tesouraria, etc. Esta obra relativamente simples e sintomática: resolve um desafio de inclusão que vinha se arrastando havia anos.

As emendas federais, destinadas ao município de Ibiúna, com os planos de trabalho já aprovados, junto aos respectivos ministérios, com recursos repassados via Caixa Econômica Federal totalizam R$ 10,5 milhões. Conta-se com eles já no segundo semestre. Serão aplicados em obras de infraestrutura (como estradas que atormentam a vida dos munícipes), esportes, saúde, turismo e geração de empregos.

Os recursos estaduais somam R$ 5 milhões que serão destinados a obras de infraestrutura, saúde, na revisão do Plano Diretor da cidade e esportes (construção de três academias ao ar livre).

Do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento às Estâncias Turísticas – Dade, Ibiúna receberá R$ 3,5 milhões: para a conclusão da segunda etapa da ciclovia (as obras já foram iniciadas), revitalização da entrada da cidade, elaboração do Plano Diretor de Turismo. O Meio Ambiente receberá R$ 1, 2 milhão sobretudo para elaboração de projetos  e a obra do Viveiro Educativo.

O prefeito lembra que já liberou as obras de saneamento básico, de responsabilidade da Sabesp, no Recanto das Orquídeas, Ibiúna Garden, Puris e Capim Azedo.

Do Fundo Nacional para Desenvolvimento da Educação – FNDE, do Governo Federal, virão R$ 6,3 milhões. Objetivo: construção de quatro creches pró-infância, uma quadra coberta, mobiliários escolares e um ônibus.

Na área de desenvolvimento social, o governo estadual já garantiu o montante de R$ 250 mil para construção do Centro de Convivência do Idoso, na área do loteamento São Lucas e R$ 1,6 milhão para a construção da creche-escola também no loteamento São Lucas, com verbas provenientes da Secretaria Estadual da Educação.

CDHU

Outra notícia auspiciosa anunciada pelo prefeito ibiunense informa que serão reiniciadas as obras das 189 casas do CDHU, no bairro Gemima, paralisadas em 2008, reiniciadas em 2011, e novamente paralisadas, sobretudo por falta de prestação de contas da administração Coiti Muramatsu. As casas deverão, finalmente, ficar prontas em dezoito meses e os investimentos no montante de R$ 9 milhões serão totalmente assegurados por verba estadual, graças à negociação garantida depois que o atual governo municipal rescindiu o contrato anterior e providenciou a devida prestação de contas. Sem esse procedimento, a administração de Ibiúna deveria arcar com pagamento de uma contrapartida de R$ 4 milhões.

 

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