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DICAS PARA VOCÊ FICAR BEM COM SUA SAÚDE FÍSICA E MENTAL

 Roberto Kalil Filho, 54, um dos mais renomados cardiologistas brasileiros, é categórico quando lhe perguntam o que devem fazer para manter a saúde em dia: “Caminhar uma hora por dia, todos os dias.” Segundo ele, não é preciso correr, “só andar já é suficiente para prevenir a saúde não apenas do coração, mas de todo o corpo e também da mente”.

Há cerca de 600 anos a.C., um filósofo grego chamado Tales já dizia algo parecido que foi traduzido para o Latim pelo poeta Juvenal: “Mens sana in corpore sano” (“Mente sã num corpo são”) que chegou até nossos dias. Juvenal queria dizer que “o que uma pessoa mais deve desejar na vida é o equilíbrio físico e mental”.

Academias de ginásticas se espalham por todos os cantos e se tornaram os templos para todos os gostos, desde aqueles que querem sentir simplesmente bem-estar àqueles que querem adquirir corpos apolíneos e que turbinam o curso natural dos hormônios.

Mente e corpo são um só fenômeno, um depende do outro para funcionar bem. Assim tanto a mente saudável contribui para a saúde do corpo, quanto o corpo saudável contribui para o bom funcionamento mental.

Já que falamos do corpo, agora falemos da mente. Como podemos saber que nossa mente está em ordem? Essa pergunta é objeto de estudo e pesquisa da neurociência, mas há pelo menos cinco dicas (teste em você mesmo) que indicam que nossa mente por não estár funcionando bem e até mesmo envelhecendo antes da hora. Isso acontece quando:

1. deixamos de aprender (coisas novas);

2. deixamos de criar (ser criativos);

3. abandonamos nossos sonhos (que nos movem);

4. deixamos de amar (a si mesmo e o outro)

5. nos acomodamos no sedentarismo (quando paramos).

 

Como não há como impedir o envelhecimento do corpo e da mente é importante saber que a juventude ultrapassa nosso ser biológico. Ela na realidade pode se configurar como um “estado de ser” que implica alegria e prazer de viver e estabelecer relacionamentos significativos com os outros.

Professor da Universidade da Califórnia (EUA), James Birren contava oitenta e três anos, quando declarou: “À medida que o ser humano envelhece, ele precisa saber que sua vida teve um significado, que não transcorreu em vão.”

Birren inventou um método [atenção pessoal da melhor idade de Ibiúna,

aí está uma sugestão prática] para que os idosos relembrem dos acontecimentos de suas vidas, num processo autobiográfico que produz benefícios psíquicos e físicos.

Em resumo, a pessoa aumenta sua autoestima que é “um dos elementos mais importantes para a longevidade humana” e segue adiante tendo bons motivos para se divertir com a própria mente em ação.

Autor de mais de duzentas e cinquenta publicações nessa especialidade, Birren explica: “As pessoas discutem questões sobre temas básicos da vida, e essas questões evocam a memória delas.” A cada semana, elas escrevem duas ou mais páginas sobre um tema, como família, trabalho, direito, saúde, caminho espiritual; depois os grupos são divididos e as pessoas compartilham suas histórias.

Ele diz que havia se aposentado três vezes, mas que decidiu continuar sua vida com o que mais gostava de fazer: aprender coisas novas.

Birrem informa que existem pessoas com idade acima dos cem anos “vivendo sozinhas e sustentando a si próprias”. Mas que, de modo geral, “se hoje as pessoas têm uma vida mais longa, não sabem como usá-la”. E essa foi a razão pela qual criou a “autobiografia orientada“, como um novo caminho para se viver bem uma vida longa. [Matéria republicada]

 

 

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