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ESTÂNCIA TURÍSTICA? QUANDO? ONDE? E A HISTÓRIA SE REPETE HÁ 14 ANOS

Esta imagem de Cristo está situada no Alto da Figueira, o terceiro ponto culminante do município de Ibiúna, com 1058 metros de altura. São braços estão abertos para uma rara vista de todo o centro da cidade. Nesse local havia, de fato, uma imensa figueira. Um ponto turístico natural. Só precisava receber obras de infra-estrutura para cumprir essa missão. Foi o que aconteceu por volta de 1958, quando o prefeito era Antonio José Soares, o Tonico da bomba, assim conhecido por ele ter um posto de combustível na praça da Matriz. Se fez um tipo de canteiro em torno da árvore, uma plataforma para avistar a cidade e instalou-se ali a imagem santa. Já faz anos que o lugar está abandonado, sujo, quebrado. Seria vergonhoso convidar ou indicar esse lugar para os turistas.

Houve um tempo em que pessoas interessadas em avistar discos-voadores se reuniam no Alto da Figueira, exatamente por ser um ponto elevado, silencioso e tranquilo. Hoje, ao contrário, além da altura não tem nada que possa atrair pessoas por mais do que alguns minutos, tempo para ter uma vista panorama da cidade e benção! Estância Turística há catorze anos, Ibiúna padece cronicamente por falta de iniciativas sérias e efetivas nesse campo e vem perdendo continuamente oportunidades de tomar iniciativas inteligentes que nem sempre dependem de dinheiro, mas de criatividade e espirito realizados. Exemplo gritante dessa situação paradoxal é a famigerada ciclovia cujo traçado contorna a cidade e cujas obras estão, mais uma vez, paralisadas.

O segundo ponto mais elevado de Ibiúna, segundo o historiador José Linense, é o Mirante da Colina, com 1.112 metros de altura, e que abriga uma pedra com dois quilômetros de extensão. Situa-se a cerca de 35 km do centro pela Estrada da Vargem do Salto. Chega-se à capela de Itaguapeva e dali se toma uma estrada para chegar ao mirante, já nos limites do parque do Jurupará.

O ponto mais alto no município fica no pico da Serra do Verava, com 1.200 metros de altura.

Esses três lugares, por suas características ambientais encantadoras, por si sós, já são atrações turísticas, mas estão longe de serem acessíveis porque não dispõem de uma estrutura e tampouco planejamento com esse objetivo.

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