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EXCLUSIVO – Empresa que administra hospital acusa dívida de R$ 4 milhões

Somaria R$ 4 milhões a dívida deixada pela administração anterior à empresa contratada para gerenciar o Hospital Municipal de Ibiúna. Essa informação foi apresentada pelo proprietário do Instituto Brasileiro de Interesse Social – Ibis, Odorino Hideyoshi Kagohara, localizado na cidade de Campinas, ao novo prefeito Eduardo Anselmo (PT), em reunião realizada em seu gabinete na última terça-feira (8.1).

Também participaram do encontro, solicitado pelo diretor da Ibis, o vice-prefeito Adal Marcicano (PV) e os vereadores Dalberon Arrais (PPS), Rozi Soares (PV), o presidente da Câmara Municipal Carlos Roberto Marques Júnior (PT) e Paulo Sasaky (PTB).

No dia 2, vitrine online havia publicado crítica do vereador Arrais que considerava que a administração do hospital continuava a mesma e que precisaria haver mudança.   “Qual mudança é essa, que uma administração de quatro anos em um hospital não conseguiu colocar a casa em ordem, vão ficar mais quatro anos?”, indagou o novo parlamentar ibiunense.

Em declaração à vitrine online, o prefeito Eduardo Anselmo disse que a prefeitura irá, em primeiro lugar, auditar o valor da dívida apontada pelo empresário a fim de determinar tanto a correção do valor quanto as razões do não-pagamento para adotar condutas cabíveis para solucionar esse problema.

Anunciou ainda que, junto com sua equipe da Saúde, espera normalizar a questão do hospital já em fevereiro, com a abertura de uma licitação pública [da qual a Ibis também poderá participar], por meio de um concurso de projetos, para a escolha do que for melhor para a cidade, tanto do ponto de vista de qualidade de atendimento quanto econômico.

De acordo com informações da Secretaria da Saúde, hoje (11), os médicos devem receber os salários atrasados de novembro e dezembro e, no dia 15, próxima terça-feira, o 13º salário. “Aos poucos eles estão voltando a dar seus plantões”, confidenciou uma autoridade do setor que se desdobrou para assegurar o pagamento desses profissionais.

O prefeito Eduardo Anselmo enfatizou que, para sancionar as decisões na área da Saúde, ouvirá o Conselho Municipal da Saúde e a Câmara Municipal.

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