IBIÚNA – FUNCIONÁRIOS DO IGATS REIVINDICAM DIREITOS TRABALHISTAS; PREFEITURA QUITARÁ AS DÍVIDAS

Uma faixa reivindicando dos direitos trabalhistas não pagos até o momento aos funcionários do Hospital Municipal de Ibiúna – HMI contratados pelo Igats resume publicamente a apreensão de dezenas de profissionais com a situação que compromete a vida econômica de todos os seus familiares.

O Igats, que vinha atuando como administrador do HMI desde 2019, teve seu contrato encerrado em 2025, tendo sido substituído, por meio de licitação, pelo Instituto Morgan, que assumiu o hospital no dia 19 de junho último.

O Igats já deveria, por contrato de gestão, ter feito o acerto do seu passivo (pagamento de INSS, FGTS, 13º, salários).

Em face de não ter feito os pagamentos aos seus funcionários demitidos, a Prefeitura, segundo vitrine online apurou, notificou tanto a empresa quanto os funcionários, a fim de que apresentem a documentação necessária, comprobatória da situação irregular, para poder tomar as medidas jurídicas necessárias.

A Prefeitura é responsável subsidiariamente pelo pagamento, isto é, deve responder pelos pagamentos, caso o devedor principal [o Igats] não cumpra a sua obrigação.

Segundo apuramos, a Secretaria da Saúde está cuidando para cumprir com sua responsabilidade, devendo, posteriormente, acionar o Igats para reaver os recursos utilizados para honrar as dívidas com os funcionários do HMI, porém o acerto somente poderá ser efetuado após a análise dos documentos apresentados tanto pelo Igats quanto pelos funcionários demitidos.

DÍVIDA ANTIGA

Segundo apuramos, o Igats reivindica uma dívida por atraso de repasses de administrações anteriores que, do ponto de vista da atual gestão municipal, precisa ser comprovada para que as providências sejam tomadas.

A Prefeitura assegura que a atual gestão sempre repassou corretamente os recursos ao Igats e que não tem nenhuma dívida pendente com a empresa, que deixou de prestar serviços no Hospital Municipal. (C.R.)

Carlos Rossini

Carlos Rossini é jornalista, sociólogo, escritor e professor universitário, tendo sido professor de jornalismo por vinte anos. Trabalhou em veículos de comunicação nas funções de repórter, redator, editor, articulista e colaborador, como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Diário Popular, entre outros. Ao transferir a revista vitrine, versão imprensa, de São Paulo para Ibiúna há alguns anos, iniciou uma nova experiência profissional, dedicando-se ao jornalismo regional, depois de cumprir uma trajetória bem-sucedida na grande imprensa brasileira. Seu primeiro livro A Coragem de Comunicar foi lançado na Bienal do Livro em São Paulo no ano 2000, pela editora Madras.

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