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PONTO DE VISTA – O MUNICÍPIO DE IBIÚNA ESTÁ CADA VEZ MAIS “ESTRANHO”

´PLANTA NOVA

Desde que o novo governo assumiu o comando administrativo e político de Ibiúna, o município está cada vez mais estranho. Bem, talvez somente alguns tenham notado atentamente um contraste com o que vinha acontecendo antes.

O que era obscuro, opaco, está se tornando a cada mais nítido e transparente. O novo prefeito ouve pessoalmente a população e já marcou um tento primoroso, pois, como um diretor de teatro, situou as pessoas na condição de protagonistas, ou seja, as elegeu como principais personagens da história que está se descortinando.

Sua maneira de se relacionar com os munícipes sequencial dá conta dos acontecimentos numa velocidade e precisão surpreendentes. Informa os cidadãos com a instantaneidade dos fatos ocorridos. Jamais um prefeito de Ibiúna agiu dessa forma de modo coerente e consistente.

NO CAMINHO CERTO

Seu ritmo de trabalho [dorme pouco, hábito de médico] se estende por catorze horas diárias. Parece ter o dom da ubiquidade [estar em todos os lugares ao mesmo tempo] e imprime uma dinâmica à sua equipe de trabalho que já provocou uma brincadeira interna. Um dos secretários disse: “Seria bom que o prefeito tivesse outra profissão, não de médico.” O importante, reconhecem, é que está seguindo no caminho certo.

Além de cumprir uma agenda de compromissos que inclui reuniões na prefeitura, em São Paulo, Sorocaba, a fim de tratar dos mais diversos assuntos de interesse do município, cumpre uma rotina de ir pessoalmente acompanhar – como nesse período de fortes chuvas, as maiores nos últimos vinte anos – os trabalhos de recuperação de estradas, junto com sua equipe da Secretaria de Obras. Isso já lhe rendeu notável respeito por parte da população atendida.

A coleta de lixo que vinha sendo malfeita, quando feita, e, por isso mesmo, deixou seus reflexos nefastos até agora. A retomada desse serviço está sendo feita de forma heroica com dedicação e esforço redobrado e precisa também da compreensão pública.

Ao mesmo tempo, vem desfiando o emaranhado e complexo novelo recebido como herança, sobretudo em torno dos fornecedores de serviços e obras públicas, obras paralisadas, pagamentos atrasados e toda sorte de coisas “feitas de qualquer jeito” e que precisarão ser refeitas.

Um dos exemplos gritantes, nesses casos, são as obras de ampliação do Posto de Saúde Central, na avenida São Sebastião. A forma como o trabalho [paralisado] foi feito exigirá uma retificação do projeto e reconstrução. Não é pouco considerando a situação falimentar do tesouro municipal.

POVO AGE COM SABEDORIA

Um belo fato constatável – e situação impensável de 2016 para trás – é que a população vem demonstrando a nobre sabedoria de saber que o novo prefeito precisa de tempo para pôr a casa em ordem. Até fisicamente falando, porque o prédio da prefeitura nesse período de chuvas teve, numa tarde, de suspender o atendimento ao público, por causa de inundação de diversas salas [a escada que dá acesso ao piso superior parecia uma cascata], já que havia muito tempo o edifício não passava por uma reforma que será iniciada em breve.

Para se ter uma ideia, em diversas salas houve necessidade de cobrir móveis, equipamentos e mesas com lonas plásticas, a fim de proteger processos e o patrimônio público. Baldes eram vistos para coletar as águas que caiam em goteiras.

“NÃO OUÇA BOATOS, OUÇA O PREFEITO”

No capítulo boataria – banalizada por anos a fio na tradicional política ibiunense e tão ao gosto daqueles que torcem para o “quanto pior, melhor”, que somente serve para prejudicar a população, também está recebendo um tratamento “estranho”. O prefeito simplesmente, quando julga necessário, presta o esclarecimento em cima de fatos plantados de modo inconsequente, seja, por exemplo, em relação ao transporte escolar ou em relação à taxa de alvará dos táxis ou outros boatos. Por isso mesmo, sugere à população a seguinte atitude: “Não ouça boatos, ouça o prefeito!”

Por último, mas não menos importante, é o que todos poderão constatar: explicitamente o prefeito abraçou a verdade e a transparência como forma de conduta ética e moral. Se olharmos mais uma vez para atrás no tempo trata-se de uma “estranha” conduta cotejada com o comportamento “normal” que se verificava antes. (C.R.)

 

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