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IBIÚNA – CRIANÇAS SE MOBILIZAM PARA RECUPERAR PONTO TURÍSTICO E CONSTRUIR UM PARQUINHO NA ESCOLA

Crianças da Escola Municipal “Antonio Coelho Ramalho”, localizada no bairro da Figueira, no município de Ibiúna, iniciaram uma campanha com dois objetivos: ter um parque infantil na escola, a fim de que possam contar com brinquedos e se divertirem, e realizar um mutirão para recuperar um antigo ponto turístico da cidade, o Mirante da Figueira.

Pois bem! O mutirão será realizado neste sábado, dia 25 a partir das 8 horas. A ajuda pode ser feita em forma mão de obra para execução de limpeza, fornecimentos de plantas e flores, materiais como vassouras, enxadas, pás.

O Mirante da Figueira, localizado perto da escola e no ponto mais alto da cidade de Ibiúna, já atraiu muitos visitantes e turistas, especialmente pessoas interessadas em fazer contatos com OVNIs. Abandonado pelas autoridades municipais, o local se deteriorou e agora é lembrado pelas crianças, que dão um exemplo de cidadania para toda a sociedade.

Em relação ao parquinho, as crianças pedem aos empresários ibiunenses ou quem possa que forneçam materiais para pintura, cimento, areia, pneus, corda, e brinquedos como gangorra, gira-gira, entre outros. Quem puder ajudar pode entrar em contato com a escola por meio do telefone (15) 3248-0585.

NA TVNG

Ontem (22) seis crianças participaram do programa “O Repórter da Cidade” na TVNG, apresentado pelo jornalista Carlos Rossini, com direção técnica de Rodrigo Afonso. Estavam acompanhadas da gestora da escola, Mila Delfim, e da professora Luana Fernandes.

De um lado da bancada, se encontravam Ester, Branca e Yasmim, promotoras do mutirão do Mirante da Figueira; na campanha para a construção do parquinho na escola, Luiz, Vanessa e Heloíze.

[O programa está no ar; para ser visto, basta clicar TVNG, no Facebook.]

INTEGRAL E DEMOCRÁTICA

A desenvoltura das crianças de cinco, seis ou oito anos, que se apresentaram no programa, reflete o método utilizado na Escola Municipal “Antonio Coelho Ramalho”, inspirado na educação integral e democrática, em que as crianças são estimuladas a perceber a realidade de modo livre e respeitoso.

“Elas aprendem que podem transformar a realidade da própria escola, do bairro onde moram, da cidade e, assim, tomar iniciativas e realizar mobilizações maiores, como a que está acontecendo neste momento”, lembraram Mila e Luana. (Carlos Rossini)

 

 

 

 

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