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UMA PROFISSIONAL EXCELENTE ME FEZ VER A IBIÚNA DOS MEUS SONHOS

Hoje iniciei o dia fazendo uma singela doação de livros à Biblioteca Municipal de Ibiúna que, aliás, está evidentemente precisando de maior espaço e conforto para os consulentes.

Logo imaginei algo que não é de todo impossível porque a criatividade cultural e especialmente a literária podem florescer ao redor de todo o mundo, em pequenas, médias e gigantescas cidades.

Depois tratei de um canal com uma extraordinária dentista que atende em um consultório no centro da cidade. Trata-se de uma descoberta encantadora. Estive sob o magnífico serviço de uma das mais competentes, delicadas e responsáveis profissionais à que me submetI.

Seu zelo e cuidado com o paciente deveriam ser exemplares a todos aqueles que cuidam da saúde das pessoas. No fim, ao me despedir, pedi que me deixasse abraçá-la carinhosamente como forma de demonstrar minha gratidão.

Em nenhum momento senti dor alguma sob os seus cuidados e ela, claramente, me proporcionou o melhor conforto, mesmo tendo permanecido com a boca aberta por cerca de uma hora e meia. No final, mostrou o resultado no raio-X e me convenceu definitivamente que fizera um trabalho com amor e respeito.

Em seguida, com uma parte da boca adormecida, fui para casa, descansei um pouco e adormeci. Quando despertei me veio essa ideia de imaginar que Ibiúna, um dia, tivesse um escritor de excepcional talento e chegasse ao menos ser indicado para o Prêmio Nobel.

Se isso viesse a acontecer ficaria extremamente feliz por alguns motivos que apresento a partir de agora.

O imenso município de Ibiúna com sua vasta e exuberante natureza seria conhecido em todo o planeta por esse ser que viria a ser colega, por exemplo, de José Saramago, François Mauriac, Octávio Paz, Miguel Angel Asturias, Pablo Neruda, Gabriel Garcia Marques e outros magníficos laureados, desde 1901.

Ibiúna poderia nominalmente continuar com o título administrativo e jurídico de município estância turística, mas seria consagrado como o lugar que cultiva alimentos para a mesa de milhões de brasileiros e, entre os frutos da terra, teria um eterno símbolo de sua grandeza cultural.

Ah, mas que orgulho e extraordinário exemplo para as crianças e adolescentes em sua formação escolar e inspiração! Que grandiosa identidade para todos os cidadãos! Teríamos mais um motivo de celebração e de eventos comemorativos.

Semelhantemente ao que acontece em todo mês de julho em Paraty, uma cidade colonial preservada no litoral do Rio de Janeiro, poderiamos ter aqui um tipo de Festival Literário Paraty (Flip), e atrairíamos autores e amantes da literatura de várias partes do planeta.

Seria criada uma praça tendo na parte central um auditório principal e outros anexos para as palestras, leituras e apresentação de shows musicais, exposições, filmes, documentários e um hotel multitemático que atrairia milhares de turistas o ano todo e ajudaria a criar um ambiente em que o amor pela cidade e pelo próximo seria um fato proeminente.

Ah, como Ibiúna seria diferente e por um motivo simples e grandioso proporcionado pelo uso das palavras e da linguagem que sustentam as relações da humanidade! Pode ser um sonho utópico. Pois não é que os sonhos podem ser mensagens que despertam para percepções diferentes da realidade e produzem maravilhosas transformações? (Carlos Rossini é editor de vitrine online)

 

 

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