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VITRINE ONLINE AGORA É “CENSURADA” TODOS OS DIAS EM QUE PUBLICA NOTÍCIA SOBRE A PREFEITURA DE IBIÚNA

Não importa o método – seja por meio de decreto ou de modo enviesado – censura é censura. É isso que vem acontecendo com frequência diária e, talvez, com propósito preventivo.

Toda vez que a revista vitrine online publica notícia sobre a prefeitura de Ibiúna, algum pau-mandado imediatamente denuncia a publicação ao Facebook, utilizando argumentos falsos, a fim de impedir que a população seja informada sobre os fatos que não agradam as autoridades.

Em vez de se comportar de modo saudável, seja esclarecendo, ou rebatendo informações que julgue falsas ou fazendo críticas abertas de modo que os munícipes conheçam suas posições, mantém-se dentro de uma “redoma glacial”, isolada do mundo real formado pelos munícipes.

Enganam-se, contudo, aqueles que acreditam que essa seja a melhor forma de submeter um veículo de comunicação que preza pelas melhores práticas jornalísticas e tem compromisso apenas e tão somente de servir a sociedade, especialmente a ibiunense.

Ao contrário do que imaginam, a cada dia, e como nunca antes, a página da revista recebe mais e mais pedidos de amizades, além de manifestação de apoio de integrantes de grupos sociais ou dos seguidores da revista e do seu editor que hoje somam milhares de pessoas.

O que realmente acontece quando um alguém denuncia uma publicação é que o Facebook, preventivamente, mas sem saber exatamente do que se trata, restringe por um período o compartilhamento de notícias com grupos sociais.

Agora veja se há cabimento, em pleno Terceiro Milênio, alguém pretender esconder acontecimentos de todo um povo. Isso demonstra, além de uma estratégia espúria, uma imensa mediocridade política.

Vejamos alguns exemplos reais.

Uma jovem de 18 anos escreve um relato sobre a precária situação do transporte público na cidade. Esta notícia foi publicada no último domingo (30). O relato é publicado e, logo em seguida, recebemos a mensagem: “Você está temporariamente impedido de participar de grupos e publicar neles…” até tantas horas. Isto é uma ação tipicamente de censura do qual a imprensa brasileira está livre há décadas.

Uma notícia publicada no dia 27, sob o título “O que as pessoas pensam quando esperam pelo ônibus?”, que atingiu milhares de pessoas além de inúmeras manifestações contra o sistema de transporte público no município, foi suficiente para recebermos novo bloqueio.

Também no dia 27 publicamos notícia dando conta de que o advogado Renan Godinho, 30, se filiou ao partido Podemos e que no dia 24 de agosto sua pré-candidatura ao cargo de prefeito de Ibiúna em 2020 será oficializada em uma solenidade com autoridades federais e estaduais. Pronto, nova denúncia e bloqueio.

O título dessa notícia talvez tenha provocado algum desconforto. Eram estas as palavras do entrevistado: “Vamos repensar e reconstruir Ibiúna com ética e moralidade”.

O mesmo aconteceu no dia 17, quando noticiamos que exames laboratoriais haviam sido suspensos no Posto de Saúde Central e nas UBSs, por atraso de pagamento da empresa que fornece esse serviço. Falamos por telefone com o proprietário da empresa e durante nossa conversa ele decidiu que iria retomar os serviços na esperança de receber da prefeitura.

No dia 14 abrimos o título “Vitória dos trabalhadores – greve de terceirizados (enfermeiros, auxiliares e técnicos) está suspensa”. Havia atrasos de pagamentos de três meses, além de férias. Pronto, os deuses terão se ofendido!

Por último, para não nos alongarmos em mais exemplos, no dia 22, publicamos a notícia “Transporte escolar em Ibiúna – Russomano [deputado federal e apresentador do programa Patrulha do Consumidor, TV Record] promete denunciar prefeito e secretário da Educação ao Ministério Público Federal”.

Essa matéria referia-se ao fato de que, por falta de transporte escolar ou transporte irregular, as crianças de bairros afastados estavam sem aula havia mais de trinta dias. Esse problema prossegue, segundo notícias mais recentes.

Como se vê, apenas estamos cumprindo nossa obrigação profissional. Tenho em mãos, neste momento, o “Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros”, publicado pela Federação Nacional dos Jornalistas – Fenaj, baseada em Brasília.

Conheço seu teor e não conseguimos ver onde tenhamos infringido as regras da profissão e, com certeza, também temos consciência solar de que em momento algum violamos os chamados “Padrões da Comunidade” adotado pelo Facebook, que deveria olhar este caso com mais atenção e respeito. (Carlos Rossini é editor de vitrine online)

 

 

 

 

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