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CORONAVÍRUS – PELA PRIMEIRA VEZ, CIDADES DO INTERIOR PASSAM SÃO PAULO EM NÚMERO DE NOVOS CASOS

Pela primeira vez, na última semana, o número de novos casos de coronavírus nos municípios do interior paulista [17.532] foi maior do que o da capital [15.342], ou seja, houve um aumento de 14,5% maior nas cidades do interior, fato que voltou a preocupar as autoridades no sentido de restringir a flexibilidade às atividades essenciais onde a situação é mais crítica.

A propósito, o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, disse que esse dado “inverte a logica de que a capital é o epicentro. Neste momento, significa uma atenção maior dos gestores públicos [prefeitos] em todo o interior, durante entrevista hoje (22) no Palácio dos Bandeirantes.

O balanço aponta que São Paulo chegou a 12.634 mortes e 221.975 casos registrados de covid-19. As taxas de ocupação de UTI são de 65,6% no estado e 68,8% na Grande São Paulo. Há cidades, no entanto, que estariam com os leitos de UTI no limite, como é o caso de Sorocaba, segundo um médico nos informou hoje. Neste caso, a situação poderá se complicar em todos os municípios que integram a região, como é o caso de Ibiúna, São Roque, Piedade, entre outros, pois Sorocaba é o centro de referência e conta com os maiores recursos médico-hospitalares.

Estudos do Centro de Contingência demonstram que o coronavírus se espalhou pelo estado por meio das rodovias que cortam São Paulo. Com o objetivo de enfrentar o aumento do contágio, o governo está enviado respiradores para a abertura de leitos de UTI.

ATENÇÃO!

Esses dados não devem causar alarme, mas servir de advertência para que os munícipes redobrem os cuidados para evitar contágio e sigam as orientações de manter distância, isolamento social, utilizar máscaras, lavar bem as mãos e higienizá-las com álcool em gel.

O vírus é agressivo e sua transmissão pode ocorrer se não forem tomados os cuidados de higiene recomendados pelas autoridades da saúde pública. E o maior problema é que uma vez infectado o indivíduo pode ter que ser submetido a um tratamento igualmente agressivo nos casos graves, pois os efeitos do vírus são devastadores nos pulmões e outros órgãos do corpo.

Segundo depoimento de diversos médicos que acompanhamos, e que perderam colegas como jamais tinham visto antes em suas vidas, é importante manter-se bem-informado pelos especialistas e, sobretudo, o melhor remédio ainda continua sendo a prevenção. (C.R.)

 

 

 

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