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“EM VINTE ANOS VAMOS TER UMA IBIÚNA JAMAIS VISTA”, PREVÊ CRIADOR DO PLANETA AZUL

Danilo Broll fazia um programa de rádio na Celebration de Canguera, em São Roque. De repente, mencionou o amigo e companheiro de muitos eventos Carlão, morador no Bairro do Gabriel, que havia morrido. Brincando com o público disse: “É galera, meu amigo Carlão está no Planeta Azul”. Saiu assim, do nada. “Aquilo bombou e aí surgiu a ideia de unir as pessoas por uma causa comum em favor da vida de toda a humanidade.”

A WebTV Planeta Azul tem sua origem nesse episódio e vem ampliando e agitando culturalmente Ibiúna, com seus programas de entrevistas aberto a todos os públicos. “O Planeta Azul é a humanidade. Ele é do gordo e do magro, do rico e do pobre, do preto e do branco, do louco e do normal”, sustenta Broll, em entrevista à vitrine online.

“Ele segue as pegadas do ser humano e vai aonde ele vai. A ideia do Planeta Azul é comprar toda a mata nativa do mundo, pois às vezes ela não vale nada para alguns, mas para a vida vale tudo. Por isso, nosso projeto será o mais rico do mundo, não riqueza de dinheiro, mas riqueza de ar, riqueza de água, de pessoas, em tudo, na humanidade.”

“No episódio do grande desmatamento havido em novembro na margem da Rodovia Bunjiro Nakao, em Ibiúna, abrimos o microfone e a câmera para ouvir o máximo possível de pessoas, autoridades, jornalistas, gente do povo, vereadores, empresários, estudantes.”

Broll esclarece a conduta do Planeta Azul: “Não quero mais criticar, quero acrescentar. Se algo estiver errado, não quero ficar xingando, mas buscar um caminho para melhorar. É preciso mostrar a realidade. Se você fala ‘prefeito está um lixo essa cidade’, a gente chega e fala “prefeito, o que o senhor acha de a gente começar a formar grupos na cidade para que eles ajudem a mostrar o caminho e resolvermos a questão.”

“Os bairros estão desorganizados. Temos mais de setenta bairros e você não vê os ‘cabeças’ cobrar o prefeito. Cada um cobra de forma aleatória, vendo seu lado apenas. A sociedade ibiunense só existiu até os anos 1990, depois acabou, porque ninguém mais sabe quem é quem.”

Broll é categórico numa questão:

“Ibiúna precisa de turismo porque se a gente trazer indústrias, a cidade vai virar uma São Paulo. Eu quero morar em Ibiúna; não quero morar em São Paulo. Como você escreveu em sua revista [vitrine online], em Ibiúna se respira ar puro. Então, a gente tem que investir em turismo. Se alguém cortar uma árvore, vai parar na cadeia porque está destruindo a natureza. O potencial turístico de Ibiúna é gigante.”

 Mapa das cachoeiras 

Planeta Azul, junto com diversos apoios, incluindo a prefeitura, vai montar o mapeamento das nascentes e as cachoeiras de Ibiúna, de modo completo e jamais feito antes. “Será a primeira vez que a gente vai mostrar Ibiúna de verdade, a realidade das águas, com as quais abastecemos parte de São Paulo, Sorocaba, Alumínio, Votorantim e não ganhamos nada por isso. Vamos botar tudo isso no papel e provar que em vinte anos vamos ter uma Ibiúna jamais vista. Ao conhecer a realidade saberemos dar-lhe o devido valor.”

Broll afirma que o Planeta Azul é um pedaço de sua mente junto com o diretor Ronaldo Dias, Bruno Siqueira, Diego, Rafael, Bárbara, Cris, Jéssica, uma equipe “que no dia a dia vai puxando as pessoas”. E conclui:

“O Planeta Azul é a revolução por meio de um novo conceito de cuidar do planeta a partir de Ibiúna, em primeiro lugar, e depois o mundo. Os ibiunenses precisam parar de reclamar e passar a fazer, porque falar eles falam, mas são poucos os que fazem”,

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