IBIÚNA – CENTRO DE INFORMAÇÕES TURÍSTICAS ESTÁ FECHADO

Se uma alegre família de turistas chegar à cidade e quiser conhecer as possibilidades de locais para visitar na Estância Turística de Ibiúna e procurar o Centro de Informações Turísticas na entrada do centro urbano, certamente vai se frustrar.

Vai dar de cara com a porta fechada e um aviso informando que “estamos temporariamente atendendo de segunda à sexta-feira pelo WhatSapp e presencialmente na Secretaria de Cultura e Turismo…”

Como não há data no aviso, não se pode saber a quanto tempo corresponde a palavra “temporariamente”.

Resumindo, a Estância Turística de Ibiúna que este ano comemora seu 26º ano de existência, está sem contar com o centro de informações aos turistas.

Suponhamos que o turista resolva ir à sede da Secretaria de Cultura e Turismo, a fim de obter informações. Se for sensível, vai ficar mal impressionado com as condições físicas das suas instalações, evidentemente precárias.

Não é exatamente o que uma cidade deveria mostrar para os seus visitantes.

A sede da Secretaria de Cultura e Turismo no centro da cidade

Talvez haja algum plano de reforma para o prédio e essa imagem esquálida, enfim, possa mudar.

Há outro pormenor que reflete a importância conferida a essa secretaria. Ela é comandada por um secretário que acumula a função com outra secretaria, que cuida de todos os assuntos administrativos do Poder Executivo.

Talvez, a Prefeitura resolva, tomando conhecimento desta notícia, prestar esclarecimento sobre as providências que tomará em relação ao Centro de Informações Turísticas e à própria sede da Secretaria. Assim que recebermos as informações, ela será atualizada. (C.R.)

A entrada lateral da Secretaria

Carlos Rossini

Carlos Rossini é jornalista, sociólogo, escritor e professor universitário, tendo sido professor de jornalismo por vinte anos. Trabalhou em veículos de comunicação nas funções de repórter, redator, editor, articulista e colaborador, como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Diário Popular, entre outros. Ao transferir a revista vitrine, versão imprensa, de São Paulo para Ibiúna há alguns anos, iniciou uma nova experiência profissional, dedicando-se ao jornalismo regional, depois de cumprir uma trajetória bem-sucedida na grande imprensa brasileira. Seu primeiro livro A Coragem de Comunicar foi lançado na Bienal do Livro em São Paulo no ano 2000, pela editora Madras.

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